De noite, quando me senti mais forte, fomos dar uma volta. Comi minha primeira refeição decente em Paris. O incrível daqui é que a cada quarteirão brota uma obra arquitetônica gigantesca, linda. A gente fica se perguntando o que é aquilo, mas logo tem outra adiante e então continua andando e fica sem saber mesmo. Pelo menos é isso que uma pessoa doente faz em Paris, se parar pra ver, olha para cima, fica abobalhado um tempão, esquece de que rua veio e termina perdido.
Fomos ao Bistro Romain - indicação da moça simpática do hotel - perto da place de l'opera. Tentei comer o máximo daquele macarrão com molho de tomate pra ficar mais forte, mas foi a entrada que me deixou feliz (hehehe): berinjela, pimentão vermelho e abobrinha grelhados no azeite - não sei como uns legumes grelhados podem ficar tão gostosos, quando faço lá em casa não é a mesma coisa...
Resumindo: não fizemos praticamente nada, foi bem sem-graça o dia. Voltamos para o hotel e dormimos de novo. O jet lag foi intenso.
Até que enfim notícias! Estávamos preocupados já! Cacá, relaxa que o pior do jet lag já passou... Agora vc tem o resto dos 3 meses para curtir... E quando voltar para cá e sentir as 5 horas a menos... Ah, não tem problema, aí vc vai poder dormir 20, 30, 40 horas até acostumar de novo! Saudades de vocês!
ResponderExcluirBeijos, beijos, beijos...
Pri
Aeeeee, finalmente mesmo!!! Querem só ficar dormindo por causa do jet ski e esquecem da gente. Queremos notícias, queremos novidades. rs
ResponderExcluirBeijossss