Fiquei me sentindo supermal porque só o Japa aguentava carregar as malas, pra mim já estava difícil arrastando com as rodinhas... Então quando chegamos na ruazinha bem simpática da casa da Maria, havia 6 lances de escada pra subir. Macabro. Guilherme ralou muito esse dia. Chegamos e fomos recebidos pelo Julius. Entrando, uma menininha loirinha linda de uns 2 anos chamada Simone me olhava com um jeito bem desconfiado e, mais atrás, sua irmã engatinhava em direção à porta de entrada. Não sabia o que fazer, o Julius foi ajudar o Japa e acabei pegando a bebezinha, Eva Christina, no colo para ter espaço para entrar no apartamento de 2 quartos, sala e cozinha que cabia apenas uma pessoa - como a Maria descrevia, cheia de senso de humor. Nos apresentamos e contei um pouco do que havia sido a nossa aventura em Paris desde então. Falávamos inglês. A Maria me deu um pouco de chá - sem açúcar - e umas torradas, o que foi ótimo para me reestabelecer. Conhecemos Ulisses, uma gata que foi descoberta como fêmea após o seu batismo. Ela logo chegou para se apresentar a nós, que éramos carne fresca no pedaço e deitou no meu colo. Que saudade da Valentina! Maria nos disse que poderíamos voltar a hora que quisessemos, que em Paris não havia perigo qualquer. Combinamos que dariamos um passeio e voltaríamos para o jantar, trazendo frango.
Fomos ao Panteon, mas estava tarde para entrar. Tiramos umas fotos e decidimos ir à Notre Dame, o dia estava bonito. Aprendemos a andar de metrô rapidinho. É bem fácil, mas há diversos túneis uma vez que você está embaixo da cidade. Tudo muito bem sinalizado. A catedral é linda demais. Há muitos detalhes em seus arcos, Guilherme desenvolveu uma súbita fixação pelas gárgulas, aquelas estátuas de cabeça de monstros e demônios que ficam no topo. Quase caímos para trás quando entramos. Nunca tinha vista nada tão majestoso, tão imponente.
Foi chocante, a dimensão daquilo é avassaladora.
Eu acendi até umas velas, fiz uma oferenda de 2 euros por elas e mentalizei ficar boa de vez dessa mandinga dessa intoxicação alimentar.
Já disse que a Notre Dame é colossal? Linda? Fui pega de surpresa, não pensava que iria gostar tanto de uma igreja, com tantas outras coisas interessantes nessa cidade.
Já pensava em voltar um outro dia.
Fizemos umas compras rápidas e voltamos para o couch. Guilherme já estava cansado, pois passou o dia carregando malas. Conhecemos a outra família de couchsurfers, da Dinamarca. um casal com um bebê, já muito entrosado com os anfitriões.
Falamos um pouco sobre nossos respectivos países, sobre nossas viagens, eles contaram um pouco sobre o que faziam. Um jantar é sempre uma boa ocasião para um papo descontraído, aos poucos aprendíamos as diferenças entre a rotina diária de 2 famílias pequenas com bebês e um casal sem filhos.
as fotos tao show, mto originais.
ResponderExcluirAs fotos estão excelentes mesmo!
ResponderExcluirAproveitem muuuuuuito a viagem!
Beijos, beijos, beijos...
Pri
Continuo viajando com vcs...
ResponderExcluirAs fotos estão lindas...
Gui continua surpreendendo-me...o q faz uma linda mulher na vida de um homem....srsrsrrsr
milbjs
Cacáááá!!!
ResponderExcluirAs fotos estão nota 1000!!! Vcs conseguem ângulos excelentes, as fotos são cheias de vida!
Muito maneiro essa parada de couch surfing! Encontrei com uma amiga de SP q tb faz parte dessa "rede"! Achei o máximo! Eles fazem encontros, ela me falou sobre a confiabilidade... sou muito medrosa e essa parada de colocar "estranhos" dentro de casa!! Realmente essa maneira de viajar é muito rica em cultura!
Bjs procês!!!
O primeiro couch a gente nunca esquece!
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